terça-feira, 17 de março de 2009

ÁRVORES DOS VALORES


EM NOSSO ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL, NA ESCOLA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL VILA JARDIM TRABALHAMOS VALORES.
DUAS ÁRVORES FORAM CONFECCIONADAS, UMA BEM VERDINHA E A OUTRA MORTA. NA ÁRVORE VERDINHA AS CRIANÇAS FORAM COLOCANDO MAÇÃS E FLORES COM PALAVRAS POSITIVAS COMO AMOR, PAZ, UNIÃO, AMIZADE...
NA MARROM FORAM COLOCANDO COISAS RUÍNS COMO ÓDIO, RAIVA, VINGANÇA, BRIGAS...
NO FINAL COMPARAMOS QUAL ÁRVORE FICOU MAIS BONITA. DIALOGAMOS E CHEGAMOS À CONCLUSÃO DE QUE SE COLOCARMOS COISAS BOAS DENTRO DE NÓS SEREMOS FORTES, HUMANOS, LINDOS E TEREMOS SEMPRE BONS AMIGOS. SE COLOCARMOS COISAS RUÍNS SEREMOS DOENTES, DESUMANOS, FEIOS E COMO CONSEQUÊNCIA NÃO TEREMOS AMIGOS.

sexta-feira, 13 de março de 2009

CASINHA CENÁRIO - ELISANGELA, JEOVANA .


QUEBRA-CABEÇA EM E.V.A - ELISANGELA

FANTOCHES COM SUCATAS - ELISANGELA

O ATO DE BRINCAR - ELISANGELA

O ato de brincar vai além de um simples passar de tempo para as crianças. O ato de brincar é um ato que visa alegria, emoções, desenvolvimento global, ou seja, coordenação, raciocínio, interação, sociabilização, em fim, envolve várias áreas do conhecimento. A criança precisa desenvolver-se em sua totalidade e não de forma fragmentada: social, intelectual, psíquica e psicomotora, por isso, as crianças necessitam de contato com os outros, do respeito ao próximo, para que saibam conviver em sociedade. Partindo desse princípio, os jogos em grupos, as brincadeiras de roda, os jogos com regras, e as atividades que proporcionam aquisição de conhecimentos são fundamentais para um desenvolvimento mais complexo.
O brincar passou por diversas transformações no decorrer dos tempos, antes do desenvolvimento tecnológico as brincadeiras eram mais coletivas e os brinquedos eram mais simples, alguns confeccionados pelas próprias crianças, outras brincadeiras nem utilizavam algum objeto. Com o advento da tecnologia as brincadeiras passaram a ser mais individualistas, mais eletrônicas. Resgatar as brincadeiras antigas, as brincadeiras com brinquedos simples como os de sucatas, as brincadeiras de roda, é um dever da educação atual, pois o prazer, a criatividade e a boa formação que esses jogos proporcionam não podem ser relegados a um segundo plano e nem substituídos por jogos eletrônicos.
Dentre as importâncias de se resgatar nas escolas o trabalho com histórias e confecções de brinquedos, ou mesmo utilizando brinquedos industrializados, porém mais simples, que envolvam o grupo todo e não somente um ou dois indivíduos, está em resgatar brincadeiras que envolvam a interação e a valorização do brinquedo. Por isso, o ato de confeccionar o brinquedo já é uma motivação de valorização, pois, as crianças dão valor pelo simples fato de saberem da dificuldade de se conseguir.
Nos últimos anos os jogos evoluíram muito. Os jogos eletrônicos estão cada vez mais substituindo as velhas brincadeiras tão importantes para o crescimento e para a formação física e mental das crianças.
Trabalhar com as crianças o lúdico, jogos coletivos significa valorizar nossa cultura, resgatar valores que contribuem para a formação dos seres humanos tanto no sentido de aprenderem a dividir, compartilhar, também no sentido cognitivo, o raciocínio se desenvolve muito quando nas escolas usam o conto, brincadeiras, jogos... As crianças quando brincam constroem seus conhecimentos por meio de papéis que representam e desenvolve o psicomotor, o psíquico e além disso propiciam o ajuste emocional. Enfim, o brincar é fundamental para o desenvolvimento motor, intelectual, moral, social, cognitivo e para resgatar a cultura. Transformar nossas aulas em brincadeiras, com certeza é mais significativo e interessante para as nossas crianças e, por isso, elas terão mais facilidade em compreender os conteúdos, pois elas aprendem brincando.
Vygotsky em sua teoria baseada na concepção de um organismo ativo, ou seja, o ser humano ativo e não passivo, formador de idéias, interventor, defende a importância do brincar. Brincando, interagindo a criança constrói o seu conhecimento na relação com o meio. Mesmo que os primeiros anos de vida da criança os fatores biológicos tem maior influência sobre a criança (fatores interpsicológicos), aos poucos vai se tornando um ser ativo e passa a interagir de forma ativa e não passiva com outros seres humanos (fatores intrapsicológicos). Dessa forma, a criança e o meio em que vive interferem uns sobre os outros, trocam experiências “modelando” reciprocamente as suas reações e a sua inteligência.
Nesse processo, as fases de desenvolvimento pelas quais a criança passa são três: Nível de desenvolvimento real que é o nível em que a criança está. Nível de desenvolvimento potencial que é o nível que a criança pode alcançar com a ajuda de alguém. Nível de desenvolvimento proximal que é a distância que existe entre os dois níveis e que deve ser propiciado pelas escolas.
Vygotsky dá ênfase à importância do brinquedo, do jogo em sua teoria porque segundo ele, “ as crianças transferem para o seu mundo imaginário o que passa despercebido no seu mundo real, principalmente por meio das brincadeiras de faz-de-conta”. Nas brincadeiras a criança interioriza modelos da vida real como, quando a criança observa a mãe, imita sua maneira de se vestir ou pai, passa a imitar o pai lendo jornal, até mesmo gestos corriqueiros.
A criatividade em desenvolver situações imaginárias, a construção de regras são fatores propiciados pelo uso do brinquedo que fantasticamente vai criando uma Zona de desenvolvimento proximal na medida em que impulsionam conceitos e processos de desenvolvimento.
O significa de mundo aprendido pelas crianças através do brinquedo é de uma dimensão extraordinária. A liberdade que o brinquedo dá, permite que as crianças sintam-se livres para arriscarem-se e tentarem fazer coisas mesmo que não tenham confiança em si mesmas, aos poucos vão se soltando e percebendo que algo que antes parecia tão complicado, na verdade é muito fácil.
E assim, aprendem brincando, brincando aprendem.

quinta-feira, 12 de março de 2009

PIRÂMIDES COM COPINHOS DE IOGURTE - ELISANGELA




DOMINÓ SEQUÊNCIA LÓGICA COM CAIXAS DE SABONETE DO CONTO BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES - ELISANGELA

MATERIAIS: CAIXAS DE SABONETE ENCAPADAS, PAPEL, TESOURA, CONTACT, LÁPIS, ESTILETE.

PROCEDIMENTO:
- DESENHAR A SEQUÊNCIA DO CONTO NA LARGURA DA CAIXA, O COMPRIMENTO TEM QUE SER MAIOR;
- PINTAR E RECORTAR;
-JUNTAR AS CAIXINHAS, COLAR OS DESENHOS;
-RECORTAR COM ESTILETE;
-ENCAPAR COM CONTACT PARA UMA MAIOR DURABILIDADE.

O DOMINÓ ESTÁ PRONTO! É SÓ DISTRIBUIR AS CAIXINHAS ENTRE AS CRIANÇAS DE FORMA DESORDENADA E ELAS TENTARÃO MONTAR O DOMINÓ!

DOMINÓ SEQUÊNCIA LÓGICA COM CAIXAS DE SABONETE DO CONTO BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES - ELISANGELA





























ELISANGELA TOMBINI DE ALBUQUERQUE

PASSO A PASSO CONSTRUINDO O QUEBRA-CABEÇA.

- OS ALUNOS DESENHAM OS PERSONAGENS OU A PROFESSORA DESENHA DO TAMANHO QUE CONSIDERAR IDEAL;
- AS CRIANÇAS PINTAM OS DESENHOS;
- RECORTAM;
- ENCAPAM AS CAIXAS DE LEITE;
- AGORA É TAREFA PARA ADULTO: MONTAR AS CAIXAS BEM JUNTINHAS E COLAR OS DESENHOS, CORTAR COM UM ESTILETE.
- ESTÁ PRONTO! AGORA É SÓ DEIXAR AS CRIANÇAS BRINCAREM À VONTADE!

QUEBRA-CABEÇA COM CAIXAS DE LEITE DO CONTO BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES.
























































CONSTRUINDO UM RECURSO PEDAGÓGICO PARA TRABALHAR CONTOS INFANTIS - ELISANGELA E JEOVANA

CONSTRUÇÃO DO RECURSO PEDAGÓGICO

Material Pedagógico: Kit Contos de fada

Kit: Castelo, casas, cenários, personagens, polígrafo com as histórias adaptadas em forma de diálogo e com as fotos mostrando como usar o material.

Materiais: lixa, papel, palitos, E.V.A, feltro, isopor, plástico, tecidos, algodão, garrafa pet, copos de iogurte, velcro, palha, esponja de aço, tnt, linha.

Objetivos:
- Explorar a imaginação infantil através dos contos;
- explorar a linguagem das crianças, pois elas mesmas poderão contar histórias e manusear o material;
- Aprender formas geométricas, cores, texturas, tonalidades, diferenças...
Sugestões:
- Trabalhar texturização;
- Trabalhar cores, tonalidades;
- Trabalhar figuras geométricas;
- Pode ser usado na matemática, pois, contém frutas, palitos, figuras geométricas, em fim, são várias coisas que podem ser contadas;
- Fino, grosso, delicado, pequeno, grande, alto, baixo ( exemplo: Branca de Neve e os Sete Anões), em cima, embaixo, frente, verso, lado de dentro, lado de fora, macio, duro.

O cenário pode ser montado de várias maneiras como poderemos ver nas fotografias em anexo.

As casinhas são de encaixar, assim, o cenário poderá ser utilizado para outras histórias.

As histórias foram adaptadas em forma de diálogos com o intuito de facilitar , pois, ao mesmo tempo que a professora contará a história estará manuseando os personagens.
BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES

Era uma vez uma linda rainha. Um dia, ela estava junto à janela costurando, quando espetou a agulha no dedo. E uma gota de sangue caiu sobre a neve. Aquele vermelho ficou tão bonito em contraste com a neve branca que a rainha disse:
Rainha mãe: Queria ter uma filha com a pele branca como a neve, os lábios vermelhos como o sangue e os cabelos negros como ébano!
Pouco tempo depois, teve uma filha de pele branca, lábios vermelhos e cabelos negros como o ébano. Por isso, foi chamada de Branca de Neve.
Infelizmente, a Rainha morreu quando a criança era ainda um bebê. Depois de algum tempo, o rei se casou de novo. Mas, a nova rainha era egoísta e vaidosa, nem queria saber da pequena Branca de Neve.
Em vez de dar atenção à menina, a rainha passava o tempo se olhando no espelho mágico. Todo dia perguntava:
Rainha: Espelho, espelho meu, existe alguém mais bonita do que eu?
E o espelho sempre respondia:
Espelho: Minha rainha, sois a mais bela mulher da terra.
Essa resposta satisfazia a rainha até o dia seguinte, quando perguntava novamente ao espelho:
Rainha: Espelho, espelho meu, existe alguém mais bela do que eu?
Espelho: Não minha rainha.
A rainha morria de medo de que algum dia o espelho descobrisse alguém mais bela do que ela.
Enquanto isso Branca de Neve crescia cada dia mais bela.
Branca: cantarola: no meu mundo feliz, só existe uma grande alegria, no meu mundo feliz... todos cantam, dançam num universo de amor. No meu mundo feliz...
Um príncipe que passava pelo castelo, vê Branca de Neve cantarolando e a acha linda.
Príncipe: Oh! Que linda princesa!
Branca de Neve, toda tímida se esconde em seu castelo, mas acha o príncipe muito lindo e o espia pela janela. Um dia , a rainha consultou o espelho mágico, como sempre:
Rainha: Espelho, espelho meu, existe alguém mais bela do que eu?
Mas, desta vez o espelho respondeu:
Espelho: A senhora é linda, mas existe uma mais bela que a senhora!
Rainha: Quem ousa ser mais bela do que eu?
Espelho: Lábios cor de sangue, cabelos como ébano, pele branca como a neve.
Rainha: Branca de Neve!
A rainha ficou furiosa! E imediatamente, começou a pensar num plano para se livrar de Branca de Neve.
A rainha em segredo mandou chamar um dos caçadores do reino e ordenou:
Rainha: Leve Branca de Neve para a floresta e mate-a!
Caçador: Mas rainha, a linda princesa...
Rainha: Cale-se!
O caçador levou Branca de Neve para a floresta, mas, ficou com pena da menina e gritou:
Caçador:Vá,fuja,fuja,vá!
Branca de Neve sentiu muito medo e começou a chorar. Os animaizinhos da floresta ficaram com muita pena dela. Ela logo fez amizade com os animais.
Branca: Preciso achar um lugar para passar a noite, não posso dormir no chão, nem nos galhos como vocês passarinhos ( e olha na árvore onde estão os passarinhos.
Então ela começa a andar acompanhada dos animaizinhos e encontra uma casinha tão pequenina que parecia uma casa de bonecas.
Ela entrou na casinha e encontrou uma mesa com sete pratos, sete cadeirinhas, sete caminhas.
Como estava cansada acabou adormecendo.
Nesse momento entra em cena os anões.
Anões: Cantam: “eu vou, eu vou, pra casa agora eu vou pararatibum, pararatibum, eu vou, eu vou.”
Derepente o anão da frente para e diz:
Anão1: Olhem! A porta da nossa casa está aberta, quem será que entrou nela?
Anão2: Será que é um fantasma?
Anão3: Assombração?
Anão 4: Ou será uma bruxa? Então todos com muito medo, foram vagarosamente chegando até a casinha e foram entrando bem devagarinho, com muito medo, sobem a escada que vai até o quarto bem quietinhos e ficam surpresos quando entram no quarto.
Anão: Vejam é uma menina!
Branca de neve se assusta e pergunta:
Branca: Quem são vocês?
Zangado: Ora, somos os donos da casa!
Branca: Eu pensei que fosse uma casa de criancinhas!
Feliz: Quem é você? O que faz aqui?
Branca de Neve conta toda sua triste história aos anões e eles resolvem ajudá-la.
Anão: Pode ficar morando com a gente.
Branca: Oba! Todos os dias enquanto vocês trabalham limparei a casa, lavarei a roupa e cozinharei.
Anão :Você sabe fazer tortas?
Branca: Sei fazer tortas gostosas e também pudins!
Anões: Oba! Então fica!
Enquanto isso no castelo:
Rainha: Espelho, espelho meu, existe alguém mais bela do que eu?
Espelho: Sim dona rainha, Branca de Neve ainda é a mais bela.
Rainha: Branca de Neve está morta!
Espelho: Não está não, ela ainda vive com os anõezinhos lá no meio da floresta.
Rainha: Maldita!
E começa a bolar um plano para matar Branca de Neve.
Ela pega uma maçã e a envenena, se veste de mendiga e vai até a casa dos sete anões.
Quando chega à casa diz:
Rainha: Prove a maçã linda jovem, essa maçã tem poder mágico, antes de dar a primeira mordida faça um pedido e ele se realizará.

Branca de Neve pensa no príncipe que havia visto, deseja que ele a encontre e se case com ela. Então dá a mordida na maçã e cai.
Quando os anões chegam em casa encontram a menina caída no chão e pensam que ela está morta. Eles choram muito e vendo ela tão linda ficam com pena de enterrá-la.
Estão ainda chorando quando o príncipe ao passar pelo local vê Branca de Neve, reconhece a menina do castelo e a beija.
Nesse instante, Branca de Neve acorda e todos ficam muito felizes e resolvem fazer uma festa para comemorar.
Ela e o príncipe se casam e vivem felizes para sempre!
E A bruxa? Bem, nunca mais alguém ouviu falar dela!

FANTOCHES, CASTELO E CENÁRIO DO CONTO BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES.







A BELA E A FERA
Era uma vez um comerciante que morava com sua filha, uma moça tão bonita que seu nome era Bela.
Voltando de uma viagem, o mercador viu um castelo com um lindo jardim cheio de flores.
Mercador: Que lindas rosas! Vou levar uma para minha filha Bela.
Quando estava colhendo a flor daquele jardim, uma fera apareceu.
Fera: Você não devia mexer no meu jardim! Como ousa mexer nas minhas flores? Agora você vai se tornar meu prisioneiro!
Comerciante: Perdão senhor, era um presente para minha filha.
Fera: Não quero saber para quem é a flor, ninguém pode entrar em minha propriedade.
A fera estava furiosa.
Fera: Pela ousadia se tornará meu prisioneiro.
Comerciante: Eu lhe imploro senhor, não faça isso comigo, tenho uma filha para sustentar, ela não tem mãe.
Fera: Já chega!
Comerciante: Deixa pelo menos eu me despedir de minha filha.
Fera: Vá, mas volte logo.
O pobre homem chorando muito foi para casa para contar à sua filha
o que iria acontecer daí em diante.
Quanto o pai de Bela chegou em casa a encontrou lendo um livro.
Bela: Papai, papai, eu estava com tanta saudade!
Quando Bela viu seu pai chorando ficou muito assustada e quis logo saber o que estava acontecendo.
Bela: O que foi papai? Por que choras tanto?
Comerciante: Eu estava passando por um castelo e vi lindas flores e resolvi colher uma rosa para trazer para você, aí então, surgiu uma fera e me fez prisioneiro.
Bela: como assim papai?
Comerciante: A fera só deixou eu vir me despedir de você minha filha, terei que ir ao castelo e me tornar seu prisioneiro.
Bela: Papai, deixe-me ir com você, quero falar com a fera.
Mercador: Você não entende minha filha, se você for comigo ele a fará prisioneira também.
Bela insistiu tanto que seu pai concordou.
Chegando ao castelo, Bela ficou impressionada porque todos os objetos da casa andavam e falavam.
Quem os recebeu foi uma xícara que para espanto de Bela:
Xícara: Cuidado! O patrão está muito bravo.
Bela: Oh! Uma xícara que fala?
Xícara: Na verdade eu sou uma pessoa, uma feiticeira fez um encanto e todo castelo está encantado. Vou te apresentar meus amigos. O candelabro é o mordomo.
Nesse momento a fera chegou toda brava e disse:
Fera: Quem é você?
Bela: Sou Bela, deixe-me ficar no lugar do meu pai, ele está velho e muito doente.
Fera: Muito bem, então você será minha escrava.
O pai de Bela muito triste foi embora, pois, não havia nada que pudesse fazer.
Durante muito tempo Bela era quem fazia os afazeres da casa.
Bela: Estou tão triste amiga xícarazinha, estou tão preocupada com meu pai.
Xícarazinha: Não se preocupe, ele deve estar bem.
Bela: A saúde dele não anda bem, durante muitos e muitos anos ele trabalhou para não faltar nada em casa e agora que está velho nem posso cuidar dele.
A fera que ouviu a conversa ficou um pouco emocionada , então, passou a ser boa e gentil para Bela.
Um dia ele permitiu que Bela fosse visitar seu pai e não pediu que ela voltasse, mas, Bela já estava
muito afeiçoada e sentia pena da fera então, voltou para o castelo pois, seu pai já havia se recuperado e estava bem de saúde.
Todos os dias Fera e Bela sentavam sob uma árvore e liam livros juntos, conversavam e brincavam no jardim.
Bela: Estou muito feliz de ser sua amiga.
Fera: Eu já havia perdido as esperanças de ter amigos, todos que me vêem ficam muito assustados e fogem de mim, aí eu sinto muita raiva e tento me vingar de alguma forma.
Bela: Quando eu for visitar meu pai novamente, você quer ir comigo?
Fera: É claro que quero, ele deve estar muito preocupado com você, deve estar achando que está sendo maltratada.
Bela: Não, da outra vez que fui visitá-lo eu disse à ele que você está me tratando bem que fiz amizade com todos os objetos da casa.
Fera: Que bom!
Os dias foram passando e os dois foram ficando cada vez mais amigos. Todos os dias a fera dava uma linda rosa à Bela.
Um dia, quando Bela foi visitar seu pai, a Fera estava abatida e não quis ir junto.
Quando Bela voltou encontrou a Fera muito doente. Assustada disse:
Bela: Fera, não morra, estou aqui! Eu te amo!
E beijou o rosto da fera.
No mesmo instante, começou na fera uma transformação. A fera deixou de existir e em seu lugar surgiu um lindo príncipe.
Príncipe: Uma bruxa me enfeitiçou, não pude lhe contar nada porque eu
Só Voltaria ao normal se uma linda jovem se apaixonasse por mim como fera, ela achou que nunca alguém se apaixonaria por um monstro, nem eu acreditava nisso por isso, eu era tão amargurado.
Quebrado o encanto, todas as pessoas do castelo que haviam sido transformadas em objetos voltaram ao normal. Os dois se casaram e viveram felizes para sempre.

CASTELO E FANTOCHES DO CONTO A BELA E A FERA




A BELA ADORMECIDA
Era uma vez... Um rei e uma rainha que desejavam muito ter um bebê. Um dia, nasceu uma menina, a princesa tão desejada.
Rei: Vou dar uma festa para comemorar! Vou convidar todos os reis, seus filhos, todos os vizinhos e fadas.
O rei convidou muitas pessoas, porém , esqueceu de convidar uma das fadas.
Durante a festa, chegaram três maravilhosas fadas para presentear a pequena Aurora.
Fada Fauna: Desejo-lhe muita beleza.
Fada Flora: Desejo-lhe muita formosura.
Mas antes que a terceira fada pudesse dizer o seu desejo, apareceu a fada que não havida sido convidada e disse:
Fada Má: Como ousam não me convidar para a festa?
Rei: Com tantos convidados é normal termos esquecido de convidar algumas pessoas.
Fada Má: Vocês vão se arrepender por isso!
Mãe: Por favor, não faça nada com nossa filha, juro que não foi por mal, nós esquecemos mesmo!
Fada Má: Quando a menina completar 15 anos, espetará o dedo numa agulha e morrerá!
E dizendo isso desapareceu.
Todos ficaram muito espantados e preocupados.
Rei: Vamos guardas, sumam com todas as agulhas do castelo, não quero nenhuma agulha em todo o reino.
Nesse momento a fada Primavera que ainda não havia dito seu desejo disse:
Fada Primavera: A princesa não vai
morrer, se ela espetar o dedo não morrerá, o reino cairá num sono profundo até que despertará com um beijo de amor.
Para maior segurança da princesa, as três fadas a levaram para morar com elas no meio da floresta até que completasse 15 anos.
Todos os dias a princesa colhia flores para enfeitar a casa e cantava lindas canções.
Um dia, um príncipe que passava por perto ouviu aquela linda voz e se aproximou:
Príncipe: Oh! Que linda menina, quem será ela?
O príncipe se aproximou e logo se apaixonaram,
mas, Aurora não disse quem era, deixou que o príncipe pensasse que
fosse uma camponesa.
O dia dos 15 anos
se aproximava e a fada Má se perguntava:
Fada Má: Onde se esconde aquela princesa?
Ordenou que todos os seus subordinados procurassem por Aurora até encontrá-la.
No dia do aniversário estavam as fadas fazendo o bolo de Aurora com magia. Iniciou uma discussão pois cada uma delas queria que o bolo fosse da cor de suas roupas.
Flora: O bolo tem que ser tem que ser rosa.
Fauna: Tem que ser verde!
Primavera: Tem que ser azul
E começaram com suas varinha mágicas mudar a cor do bolo a todo instante.
Nisso um urubu mandado por fada Má para descobrir o paradeiro de Aurora viu o brilho das cores jogadas pelas fadas e descobriu onde a princesa estava. Imediatamente foi contar à sua ama.
Um pouco antes da festa dos 15 anos, no castelo , a fada Má se vestiu de velha e encantou Aurora que foi subindo, subindo até a torre onde ela estava. Lá a bruxa disse:
Fada Má: Linda princesa, estou tão velha que estou quase cega, por favor me ajude a por a linha na agulha.
Princesa: Claro senhora.
Nesse momento a menina espetou o dedo e adormeceu.
Todos no castelo adormeceram menos as fadas. A malvada fez crescer ao redor do castelo enormes espinhos para que o príncipe não conseguisse chegar até Aurora.
O príncipe desesperado foi procurar ajuda de Fauna, Flora e Primavera.
Príncipe: Me ajudem boas fadas!
As fadas imediatamente deram uma espada mágica ao príncipe, ele foi cortando os espinhos até chegar ao castelo.
O príncipe aproximou-se da princesa e a beijou.
No mesmo instante Aurora e todo castelo acordaram.
Começou então a festa, todos dançaram, comeram e se divertiram. O príncipe e Aurora dançaram a noite toda e ele descobriu que a linda camponesa era na verdade uma princesa.
Os dois se casaram e viveram felizes para sempre!

FANTOCHES, CASTELO E CENÁRIO DO CONTO A BELA ADORMECIDA







RAPUNZEL
Era uma vez um casal que queria muito ter filhos. Finalmente seu desejo se realizou.
Enquanto esperava o bebê nascer, a mulher ficava olhando pela janela.
Mulher: Veja marido, olha lá que frutas deliciosas!
Marido: Mas querida, aquelas frutas ficam no quintal da bruxa!
Mulher: Eu sei, mas é que sinto tanta vontade de comê-las, parecem ser tão suculentas .
Marido: Tenta esquecer essas frutas, ninguém tem coragem de pegar frutas naquele pomar.
Depois de algum tempo, a mulher só conseguia pensar naquelas frutas. Foi ficando pálida, cada vez mais pálida até que o marido, preocupado, resolveu se esgueirar até a horta depois que escurecesse e pegar algumas frutas.
A mulher comeu tudo, mas, as frutas eram tão gostosas que ela cada dia queria mais.
E o marido voltava lá e pegava mais frutas para ela. Até que um dia a bruxa o pegou em flagrante.
Bruxa: Como ousa roubar minhas frutas?
Homem: Minha esposa está grávida e sente muita vontade de comer essas frutas e se não comer ficará fraca.
Bruxa: Pois então, leve todas as frutas que quiser. Mas, em troca, vai ter que me dar a criança quando ela nascer.
O pobre homem muito assustado concordou.
Assim que a criança nasceu a bruxa foi exigir que lhe entregassem a criança:
Bruxa: Me entreguem a menina!
Mulher: Por favor senhora, eu lhe imploro, deixa eu criar minha filha!
Bruxa: Não senhora, trato é trato!
A pobre mulher, chorando muito entregou a penquenina para que a bruxa criasse.
A bruxa deu o nome de Rapunzel à menina.
O tempo foi passando e Rapunzel foi ficando cada dia mais linda. A bruxa com muito ciúmes, não queria que mais ninguém visse a beleza da menina. Então, resolveu trancar a pobre garota numa torre alta, sem portas, com apenas uma janelinha no alto da torre.
Quando a bruxa vinha visitá-la, chamava:
Bruxa: Rapunzel, Rapunzel, jogue sua trança.
Rapunzel: Sim senhora.
A menina jogava a trança comprida para fora da janela, e a bruxa subia até o quartinho na torre.
Alguns anos se passaram, até que um príncipe que passava pela torre, ouviu uma linda voz que cantava.
Rapunzel: cantarola.
Príncipe: Oh, que bela voz! De quem será essa linda voz?
O príncipe ficou imaginando um jeito de conseguir chegar até a janelinha de onde saía aquela linda voz. Enquanto pensava, chegou a bruxa.
Bruxa: Rapunzel, Rapunzel, jogue sua trança.
Príncipe: Já sei, quando a bruxa ir embora imitarei sua voz e subirei até o alto da torre.
E assim fez.
Príncipe: Rapunzel, Rapunzel, jogue sua trança ( imitando a voz da bruxa).
Rapunzel joga a trança e o príncipe sobe.
Rapunzel: Oh! Quem é você, o que faz aqui?
Príncipe: Eu quis conhecer quem é a dona da linda voz que ouvi.
Rapunzel: Se a bruxa te pegar aqui ela poderá fazer uma grande maldade.
O príncipe visitava a garota todas as noites, mas, um dia, sem querer Rapunzel deixou escapar:
Rapunzel: Por que você é tão mais pesada que o príncipe?
Bruxa: Como ousa me enganar?
Com muita raiva, a bruxa cortou os cabelos de Rapunzel.
Depois fez um encantamento e mandou Rapunzel para uma terra bem longe. Amarrou a trança no peitoril da janela e ficou esperando o príncipe. Quando ele chegou, ela riu:
Bruxa: Ah, ah, ah, seu passarinho cantor foi embora e você nunca mais vai vê-la...
Transtornado de dor, o príncipe pulou da janela da torre, caiu em cima de um espinheiro que arranhou seus olhos. Ficou cego!
Príncipe: Como conseguirei achar Rapunzel agora que estou cego?
Durante meses e meses, vagou às cegas pela floresta, chorando. Um dia, por acaso, ouviu alguém cantar uma canção linda, mas tristíssima.
Rapunzel: cantarola
Logo reconheceu a voz de sua amada, e correu em direção a ela, chamando-a pelo nome.
Príncipe: Rapunzel, é você?
Rapunzel correu para seus braços, algo estranho aconteceu. Suas lágrimas de alegria caíram sobre os olhos dele, que recuperou a visão.
E assim, Rapunzel e o príncipe se casaram e viveram felizes para sempre.

FANTOCHES E CENÁRIO RAPUNZEL




CINDERELA
Era uma vez um viúvo muito rico que, pensando no futuro de sua filha Cinderela, achou por bem se casar novamente.Mas, a esposa era uma viúva muito má que tinha duas filhas também más. Quando ele morreu, a madrasta e suas duas filhas fizeram de Cinderela sua criada, obrigando-a a vestir roupas velhas e rasgadas.
Irmã 1: Passe minha roupa Cinderela, arrume a casa.
Irmã 2: Arrume meu cabelo, limpe meus sapatos.
Cinderela trabalhava de manhã à noite, lavando, passando, costurando, cozinhando. Ela tinha como amigos, alguns ratos que viviam na casa. Para alegrá-la enquanto trabalhava, viviam cantando:
Ratos: Cinderela, Cinderela minha linda Cinderela!
Rato 1: lav
Rato 2: passa
Eles imitavam a madrasta e as irmãs:
Rato1: Faz isso, faz aquilo.
Rato 2: Cinderela, arruma meu vestido.
Rato 3: Cinderela arruma meu cabelo, limpa meus sapatos.
Ratos: Corre Cinderela, faz isso, faz aquilo...
Cinderela trabalhava tanto que estava sempre suja, por isso, as irmãs malvadas lhe puseram o nome de Gata Borralheira.
No castelo, o rei queria muito que seu filho casasse. Teve a idéia de dar um baile.
Rei: Meu filho, darei um baile e convidarei todas as damas nobres do reino e entre elas, você deverá escolher a que será sua esposa.
Príncipe: Mas papai, só me casarei se encontrar a mulher que tocará meu coração.
Rei: Você vai encontrar meu filho!
Começaram os preparativos para o grande dia, todas as moças do reino começaram a preparar seus vestidos, todas querendo arrumar um príncipe rico para se casar.
A madrasta de Cinderela recebeu um convite onde convidava suas duas filhas feias e a linda Cinderela.
Cinderela: Vou arrumar um vestido velho, vou reformar todo ele e irei ao baile.
A madrasta finjiu que levaria Cinderela ao baile. Assim, durante noites e noites após deixar o serviço da casa todo pronto, Cinderela e seus amigos ratos teceram um lindo vestido.
Rato 1: Está ficando lindo Cinderela!
Ratos: Cantam: Cinderela, Cinderela minha linda Cinderela, Cinderela, Cinderela minha doce Cinderela.
No dia do baile, quando a madrasta e as irmãs feias viram Cinderela tão bonita, ficaram cheias de inveja e rasgaram o vestido dela.
Cinderela: Por que fizeram isso? E começa a chorar.
Irmãs: Não fizemos por mal querida!
Madrasta: Esse vestido ficou tão feio que achamos que passaria vergonha
diante do príncipe, então achamos melhor rasgá-lo. No próximo baile faremos um vestido para você.
Irmã: Tchau Cinderela.
Irmã 2: Adeus Cinderela, torça para que o príncipe escolha uma de nós para se casar.
Cinderela chora muito e seus amiguinhos tentam consolá-la.
Rato 1: Não chore Cinderela, deixe aquelas malvadas, um dia elas vão pagar por tudo o que fazem com você.
Rato 2: Eu senti vontade de roer a roupa delas!
Rato 3: Seria tão bom se uma fada aparecesse para lhe ajudar!
Nesse momento ouvindo os soluços de Cinderela apareceu uma fada-madrinha e disse-lhe:
Fada: Não chores minha filha, estou aqui para te ajudar.
Fada: Você tem uma abóbora aí?
Cinderela: Uma abóbora? Para que uma abóbora?
A fada transformou o vestido rasgado em um outro mais bonito. Depois com a abóbora fez surgir uma linda carruagem.
Cinderela: Obrigada boa fada, obrigada!
Fada: Tem uma condição. Ao soarem as doze badaladas à meia noite, deves sair imediatamente do castelo, pois, exatamente à meia noite o encanto acabará.
O príncipe quando viu Cinderela no salão, ficou apaixonado pela beleza damenina.Dançou só com ela a noite toda.
Príncipe: Como é que nunca a vi antes?
Cinderela: Estranharia se tivesse me visto antes, bem diferente de como estou agora.
O príncipe não entendeu o que ela quis dizer e continuou dançando e admirando Cinderela.
Cinderela estava tão feliz nos braços do lindo príncipe que esqueceu da hora. Quando percebeu que faltava poucos segundos para a meia noite, saiu correndo.
O príncipe não entendeu nada porque ela estava fugindo dele, mas, na correrria a moça acabou perdendo um dos seus sapatinhos de cristal.
No dia seguinte, o príncipe ordenou que procurassem em todo o reino o pezinho que servisse naquele sapato de cristal.
Ao chegar à casa de Cinderela o mensageiro e o príncipe, as irmãs e a madrasta a trancaram no quarto para que ela não experimentasse o sapatinho.
Irmã 1: É meu, meu!
Irmã 2: Sai que é meu!
As duas começam a brigar pelo sapato. Tentavam calçar no pé mas, de jeito nenhum servia.
Príncipe: Parem, parem, assim vocês vão quebrar o sapato. Não há mais nem uma dama nessa casa?
Cinderela que estava presa no quarto olhou em sua janela e gritou:
Cinderela: Aqui está o outro sapatinho.
Príncipe: Oh! É você!
Mensageiro: Mas príncipe, ela é uma serviçal.
Príncipe: Mesmo que for, é com ela que quero me casar.
O príncipe virou-se para a madrasta e ordenou:
Príncipe: Abra a porta imediatamente!
A mulher com muita raiva obedeceu.
O príncipe beijou Cinderela, e a pediu em casamento para desespero das duas irmãs.
A festa de casamento foi muito bonita e os dois viveram felizes para sempre...

FANTOCHES E CENÁRIOS DO CONTO CINDERELA





























O PRAZER DA LUDICIDADE

A ludicidade vem conquistando cada vez mais espaço nas discussões educacionais. O brinquedo não é assunto novo, muitos teóricos da educação como Pestalozzi, Froebel entre outros, já introduziram em suas teorias a importância desse objeto para a educação de crianças. No entanto, durante décadas houve resistências por parte das escolas em introduzir o lúdico em suas atividades educacionais, aos poucos velhos paradigmas foram se alterando e o brincar passou a fazer parte do cotidiano escolar.
Há muitas oficinas de brinquedos espalhadas pelo Brasil de importantíssima qualidade, as quais possibilitam aos professores aperfeiçoamento em como utilizar, fabricar e introduzir o lúdico em suas atividades educacionais.
O ato de brincar é de grande importância porque oportuniza a criança um aprendizado mais prazeroso, pemitindo o tocar, sentir, criar, socializar, comunicar, enfim, permite a construção real do conhecimento de forma mais concreta e menos abstrata.
Isabel Antonieta Bortolini Giuliani