quinta-feira, 12 de março de 2009

A BELA E A FERA
Era uma vez um comerciante que morava com sua filha, uma moça tão bonita que seu nome era Bela.
Voltando de uma viagem, o mercador viu um castelo com um lindo jardim cheio de flores.
Mercador: Que lindas rosas! Vou levar uma para minha filha Bela.
Quando estava colhendo a flor daquele jardim, uma fera apareceu.
Fera: Você não devia mexer no meu jardim! Como ousa mexer nas minhas flores? Agora você vai se tornar meu prisioneiro!
Comerciante: Perdão senhor, era um presente para minha filha.
Fera: Não quero saber para quem é a flor, ninguém pode entrar em minha propriedade.
A fera estava furiosa.
Fera: Pela ousadia se tornará meu prisioneiro.
Comerciante: Eu lhe imploro senhor, não faça isso comigo, tenho uma filha para sustentar, ela não tem mãe.
Fera: Já chega!
Comerciante: Deixa pelo menos eu me despedir de minha filha.
Fera: Vá, mas volte logo.
O pobre homem chorando muito foi para casa para contar à sua filha
o que iria acontecer daí em diante.
Quanto o pai de Bela chegou em casa a encontrou lendo um livro.
Bela: Papai, papai, eu estava com tanta saudade!
Quando Bela viu seu pai chorando ficou muito assustada e quis logo saber o que estava acontecendo.
Bela: O que foi papai? Por que choras tanto?
Comerciante: Eu estava passando por um castelo e vi lindas flores e resolvi colher uma rosa para trazer para você, aí então, surgiu uma fera e me fez prisioneiro.
Bela: como assim papai?
Comerciante: A fera só deixou eu vir me despedir de você minha filha, terei que ir ao castelo e me tornar seu prisioneiro.
Bela: Papai, deixe-me ir com você, quero falar com a fera.
Mercador: Você não entende minha filha, se você for comigo ele a fará prisioneira também.
Bela insistiu tanto que seu pai concordou.
Chegando ao castelo, Bela ficou impressionada porque todos os objetos da casa andavam e falavam.
Quem os recebeu foi uma xícara que para espanto de Bela:
Xícara: Cuidado! O patrão está muito bravo.
Bela: Oh! Uma xícara que fala?
Xícara: Na verdade eu sou uma pessoa, uma feiticeira fez um encanto e todo castelo está encantado. Vou te apresentar meus amigos. O candelabro é o mordomo.
Nesse momento a fera chegou toda brava e disse:
Fera: Quem é você?
Bela: Sou Bela, deixe-me ficar no lugar do meu pai, ele está velho e muito doente.
Fera: Muito bem, então você será minha escrava.
O pai de Bela muito triste foi embora, pois, não havia nada que pudesse fazer.
Durante muito tempo Bela era quem fazia os afazeres da casa.
Bela: Estou tão triste amiga xícarazinha, estou tão preocupada com meu pai.
Xícarazinha: Não se preocupe, ele deve estar bem.
Bela: A saúde dele não anda bem, durante muitos e muitos anos ele trabalhou para não faltar nada em casa e agora que está velho nem posso cuidar dele.
A fera que ouviu a conversa ficou um pouco emocionada , então, passou a ser boa e gentil para Bela.
Um dia ele permitiu que Bela fosse visitar seu pai e não pediu que ela voltasse, mas, Bela já estava
muito afeiçoada e sentia pena da fera então, voltou para o castelo pois, seu pai já havia se recuperado e estava bem de saúde.
Todos os dias Fera e Bela sentavam sob uma árvore e liam livros juntos, conversavam e brincavam no jardim.
Bela: Estou muito feliz de ser sua amiga.
Fera: Eu já havia perdido as esperanças de ter amigos, todos que me vêem ficam muito assustados e fogem de mim, aí eu sinto muita raiva e tento me vingar de alguma forma.
Bela: Quando eu for visitar meu pai novamente, você quer ir comigo?
Fera: É claro que quero, ele deve estar muito preocupado com você, deve estar achando que está sendo maltratada.
Bela: Não, da outra vez que fui visitá-lo eu disse à ele que você está me tratando bem que fiz amizade com todos os objetos da casa.
Fera: Que bom!
Os dias foram passando e os dois foram ficando cada vez mais amigos. Todos os dias a fera dava uma linda rosa à Bela.
Um dia, quando Bela foi visitar seu pai, a Fera estava abatida e não quis ir junto.
Quando Bela voltou encontrou a Fera muito doente. Assustada disse:
Bela: Fera, não morra, estou aqui! Eu te amo!
E beijou o rosto da fera.
No mesmo instante, começou na fera uma transformação. A fera deixou de existir e em seu lugar surgiu um lindo príncipe.
Príncipe: Uma bruxa me enfeitiçou, não pude lhe contar nada porque eu
Só Voltaria ao normal se uma linda jovem se apaixonasse por mim como fera, ela achou que nunca alguém se apaixonaria por um monstro, nem eu acreditava nisso por isso, eu era tão amargurado.
Quebrado o encanto, todas as pessoas do castelo que haviam sido transformadas em objetos voltaram ao normal. Os dois se casaram e viveram felizes para sempre.

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